Postado em 21 de Agosto de 2026 ás 18:06

Militar preso é lotado em batalhão de Arapiraca, no Agreste
Ascom/PM-AL
A Polícia Militar de Alagoas (PM-AL) prendeu administrativamente, nesta sexta-feira (21), um cabo da corporação após ele aparecer em um vídeo supostamente cheirando cocaína nas partes íntimas de uma mulher, onde também havia um revólver. Em nota, a PM afirmou que não compactua com qualquer desvio de conduta de seus integrantes (Veja abaixo a íntegra do comunicado).
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A reportagem apurou que o policial é o cabo Carlos Henrique, natural de Arapiraca, e lotado no 3º Batalhão de Polícia Militar (3º BPM), no município do Agreste. A mulher que aparece nas imagens também não foi identificada.
O g1 tenta contato com a defesa do militar.
Agora no g1
O vídeo que gerou a prisão administrativa circula nas redes sociais há pelo menos dois dias. Não há mais informações sobre as circunstâncias em que as imagens foram feitas.
O caso será apurado por um Conselho de Disciplina, instaurado para avaliar os fatos. O procedimento tem prazo de 30 dias para ser concluído, prorrogável por mais 20 dias, de acordo com a Lei Estadual nº 4.000/1978.
A prisão administrativa é uma medida disciplinar e não significa, por si só, que o policial tenha sido condenado ou que tenha cometido crime. A apuração ainda está em andamento.
Leia na íntegra nota da PM-AL
A Polícia Militar de Alagoas já adotou todas as medidas cabíveis ao caso envolvendo um policial militar supostamente fazendo uso de substância ilícita e uso impróprio de uma arma de fogo.
Assim que tomou conhecimento dos fatos, o Comando-Geral determinou à Corregedoria-Geral da Corporação a aplicação do Regulamento Disciplinar para a apuração da conduta do envolvido.
O militar já se encontra recolhido administrativamente, conforme previsto no regulamento disciplinar da PM-AL, e irá responder pelos atos praticados nos termos legais.
A Polícia Militar não compactua com qualquer desvio de conduta por parte de seus integrantes e reitera que a instituição é regida por normas e regulamentos que prezam pela legalidade, pelo respeito e pela conduta irrepreensível, tanto no exercício da função quanto fora do serviço.
Destacamos que, no curso da apuração, serão assegurados ao militar envolvido o contraditório e a ampla defesa, nos termos dos direitos e garantias previstos na Constituição Federal e na legislação vigente.
Assim, a PM-AL não irá antecipar conclusões, responsabilidades ou eventuais sanções antes da conclusão dos procedimentos cabíveis. Caso surjam novas informações passíveis de divulgação, serão comunicadas à medida que houver elementos oficialmente confirmados.